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Por Casal Tsunami no dia 25/07/2008 às 15h52

Wakatobi, Uma Ilusão na Nossa Querida Indonésia

Sonhamos muito com o destino após ver diversas vezes o site de um hotel no sul de Sulawesi. As promessas de paraíso eram muitas. Mas a verdade é que o hotel de mergulho funciona como um quartel general: muitas regras, ênfase ao lado técnico e esquecimento por completo de como lidar com seres humanos “de férias e cheios de expectativas” e que pagaram muito caro para viverem suas esperadas férias.


Eu, Karina, fotogrando um nudibranquio e seres do mar

Após uma calorosa recepção no aeroporto de Bali, tivemos um vôo tranqüilo e um belo almoço de boas vindas. Ficamos no escuro bangalô número cinco entre o restaurante e a estação de mergulho.

Preparávamos nossos próprios cilindros de mergulho e o nosso guia nos mostrava muito pouco na água, além de não haver vibração alguma ao mostrar.

Que saudades do Kasawari e do Nonsix! Tínhamos esperanças que os mergulhos e ele iriam melhorar, mas nada acontecia... O que víamos em vários mergulhos lá, não dava um mergulho em Lembeh.


Cavalinho pigmeu


Outro colorido cavalo pigmeu

Não podíamos reclamar da quantidade de cavalinhos pigmeus nos mergulhos, no entanto, havia um pequeno detalhe: não era possível tirar mais que uma ou duas fotos deles, “ porque os cegaríamos”. Como mergulhávamos em três grupos de seis mergulhadores cada, também não podíamos demorar em cada ser marinho, pois havia uma FILA de mergulhadores.

Felizmente mudamos de guia e a italiana Guja nos devolveu a alegria de mergulhar, mostrando com entusiasmo cada ser marinho diferente que encontrava!

Após fotografar, com uma única chance de foto para cada pigmeu, mostramos no barco as fotos para Guja e a mesma ficou perplexa como uma pequena Canon foi capaz daquelas fotos!


Um pré-histórico peixe-escorpião e um peixe-crocodilo


Um lindo goobie

Emprestamos para ela nos mergulhos seqüentes e ela ficou encantada e empolgada para adquirir uma.

Jamais nos esqueceremos de sua alegria ao encontrar nudibrânquios Solar power, assim como peixes-sapos e vários cavalinhos pigmeus.


Belos nudibranquios

Tentamos focar nas coisas boas e as encontramos: na gentileza dos indonésios que trabalhavam no restaurante e toda manhã me traziam sussu pannu (leite quente em indonésio); no belo cenário a nossa volta; e nas estrelas cadentes e satélites em movimento que observávamos naquele belo céu estrelado.


Se vocês vissem essa foto não iriam para lá amanhã? Cuidado com folders e website... na foto da direita, local onde fomos parar


Curtindo um belo cenário

Não voltaremos e não recomendamos! Há lugares mais mágicos e com maior calor humano na Indonésia. WAKATOBI lembra um nome para um grito de guerra, mas nós somos de PAZ!

Casal Tsunami

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Por Casal Tsunami no dia 07/07/2008 às 15h29

O Mágico Retorno a Lembeh, na Indonésia

Voltar a este maravilhoso estreito no norte de Sulawesi foi pura magia! Mágica que se iniciou logo no aeroporto com o inesperado encontro com mais quatro brasileiros no outro lado do mundo: Márcio Lisa, Patrícia, José Ângelo e Flávia.


Mergulhadores brasileiros felizes


Sou uma rinópia. Acho que ainda não me conheciam!

Achamos que já estávamos alucinando quando escutamos o legítimo português brasileiro e seguimos rumo ao lindo e aconchegante hotel Kasawari. Logo saberíamos que seríamos os primeiros brasileiros neste fantástico hotel.

Fomos muito mimados pelo gentil e atencioso staff do hotel e presenteados embaixo d’água com encantadoras criaturas marinhas pelos nossos guias de mergulho.

Achamos incrível quando o nosso guia Nonsix perguntou nossa “lista de desejos” de personagens marinhos. Imediatamente respondemos que gostaríamos de ver um camarão harlequin. Ele sorriu e ficou quieto...


Dois lindos camarões harlequin. A realização de nossos desejos, uma obra de arte!


Um belo nudibrãnquio e a fashion rinópia weedy

Quais foram as primeiras criaturas marinhas que vimos no nosso primeiro mergulho? Sim, exatamente o que estão pensando... Dois lindos e exuberantes camarões harlequin que ele sabia exatamente onde moravam!

Ficamos eufóricos e gratos por aquele lindo presente e assim começou uma seqüência de mergulhos de rara beleza compostos de bizarras, belas e exóticas criaturas do mundo macro num cenário de areia negra.


Raro peixe enxada zebra juvenil e dois lindos nudibrânquios. Clicando para vocês!



O colorido mar da Indonésia


Sapo amarelo pintado

Após ver polvos diferentes, peixes-sapos coloridos, peixes-enxadas raros, sépias juvenis, o excêntrico stargazer, lindos nudibrânquios e magníficas rinópias, entre tantos outros presentes molhados, estávamos excitados como crianças que tinham acabado de ver seus personagens favoritos.


Eu, Karina, e mapa com pontos dos mergulhos da região


Eu, Karina, e dois cavalos marinhos


Polvo mimic.Sou fujão e mudo de cor!

A alegria brasileira reinava na nossa mesa saboreando não somente suas refeições, mas a alegria de estarmos vivos para desfrutar de tamanha magia tão longe de nossos lares!

Essas novas alucinações no estreito de Lembeh recarregaram nossas almas e baterias e desta vez com testemunhas brasileiras. Bravo para o Kasawari e ao nosso amigo e incentivador, o fotógrafo e mergulhador americano, Jim Black!

Casal Tsunami

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Por Casal Tsunami no dia 23/06/2008 às 10h28

Dicas Para Quem Quer Conhecer Los Roques

Se você tem vinte mil milhas da Varig ou da Tam, chega facilmente a Caracas, na Venezuela. É necessário dormir na ida ou na volta, de preferência num hotel próximo ao aeroporto, para pegar o trecho até Grand Roque.


Será que estamos felizes?


Não é pintura!

A melhor companhia local é a Aerotuy e em 30 ou 40 minutos o vôo chega neste sedutor caribe venezuelano.

Você terá dificuldade de reservar a sua pousada via internet, uma vez que, a maioria dos depósitos deverá ser pago em Miami e te deixará inseguro. Isso acontece por conta da variação do câmbio do dólar. Foi por isso que preferimos reservar através da Vectra em São Paulo.


Intervalo de mergulho numa piscina infinita

Informe-se sempre se a pousada tem água quente para banho, pois muitas não têm. Achamos bem legal incluir todas as refeições no nosso pacote, principalmente o almoço. Eles sempre preparavam nossos almoços (penne com atum, sanduíches transados e outros) e podíamos levar conosco para aquelas maravilhosas praias de areias branquinhas.


Os responsáveis pelas nossas saborosas refeições


Almoço na praia

Combinávamos o horário de nossa volta com o capitão do barco, geralmente no final da tarde. Vocês acreditam que as nossas cadeiras de praia e guarda-sol já estavam esperando por nós quando voltávamos dos mergulhos? Todas trazidas com carinho pelo pessoal da pousada.

Agende com antecedência na pousada os passeios às praias mais distantes como Cayo de Água, Craski, Noronsky e outras, pois a maioria dura o dia inteiro.


Praia de Francisky


Rancho de La Langosta

Não deixe de comer uma bela lagosta fresquinha no Rancho de La Langosta. Ele fica no vilarejo de pescadores da linda praia de Madriski.


Eu não sou lindo e fashion?


Ah! Não esqueça a máquina fotográfica para registrar essas lindas praias e os divertidos pelicanos que as habitam.


Foto Panorâmica na saída de Los Roques


Por-do-sol visto do avião

É impossível não fazer fotos panorâmicas quando o avião está levando de volta à realidade. Já pense e administre seu novo sonho de viagem.

Casal Tsunami

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Por Casal Tsunami no dia 16/05/2008 às 15h25

Um Paraíso Escondido no Índico: La Digue, em Seychelles

Desfrutamos de um maravilhoso dia na encantadora ilha de La Digue, em Seychelles. Partimos de Praslin na primeira balsa do dia às sete horas da manhã e após trinta minutos já estávamos alugando nossas bicicletas, curtindo aquele charmoso e bucólico lugar. As pessoas falando francês ou seu patuá (crioulo francês).


Uma das praias mais fotografadas do mundo: Anse D' Argent


Curtindo belo cenário

Seguimos pedalando rumo às lindas praias e fomos cruzando com carros de bois e outras bicicletas conduzindo turistas curiosos, clicando belos cenários numa  estrada cercada por um verde exuberante.


Carro de boi levando turistas ao redor da ilha


Rumo à praia Anse D'Argent

Começamos por Anse D’Argent, uma das praias mais fotografadas do mundo com suas enormes formações rochosas emoldurando aquele divino cenário com suas calmas águas claras.


Relaxando em Anse D'Argent

Evidente que fizemos um snorkel e a fotografamos bastante. Ela se encontra dentro de um parque que possui um cantinho para as exóticas tartarugas de Aldabra.


Isac com uma enorme tartaruga de Aldabra

Seguimos a nossa jornada em direção a Grand Anse. Foi o nosso momento surpresa, uma vez que nos deparamos com uma praia lindíssima, de águas azuis turquesas cristalinas com areia branquinha.


Karina na linda praia de Grand Anse

Demos ótimos e refrescantes mergulhos e voltamos apreciando aquele casario crioulo, lojinhas de artesanato local e um povo muito gentil.


Isac em frente a uma típica casa crioula


Pequeno centro de La Digue

Desta vez os mergulhos foram acima da água e recomendamos que coloque esse destino na sua lista de sonhos a serem realizados...

Casal Tsunami

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Por Casal Tsunami no dia 10/04/2008 às 18h15

VIVA a magia do circo do mar: VIVA o peixe-palhaço

Hoje vamos escrever para as crianças e para aqueles que mantêm a criança viva dentro dos seus corações...

Assim como no circo os palhaços nos roubam sorrisos, no mar não é diferente: o peixe-palhaço, eternizado como Nemo, nos deixa muito felizes quando os encontramos dentro de suas coloridas anêmonas.


Peixe-palhaço no parque nacional de Komodo, na Indonésia


"Nemos" se escondem em anêmona na Indonésia


Além dos peixes-palhaço, as anêmonas também são uma atração à parte


Existem várias cores de peixe-palhaço, como esse vermelho da Indonésia

A brincadeira já começa quando ele fica brincando de esconde-esconde na anêmona - que é venenosa para os outros peixes. Somente eles, alguns peixes donzelinhas e caranguejos em porcelana conseguem conviver em harmonia com as anêmonas.


O contraste de cores das anêmonas e dos peixes é algo impressionante


Peixe-palhaço um pouco diferente do conhecido na Papua Nova Guiné

Esses personagens molhados podem ser de diversas cores: laranja, cor-de-rosa ou vermelhos. As listas brancas variam em número e disposição, bem como em tamanho. Há alguns muito raros e é necessário viajar bastante para encontrá-los.


Os peixes-palhaço não se ferem nas anêmonas


Impressionante anêmona e peixes-palhaço em Kimbe Bay, na Papua Nova Guiné


Anêmona começando a se mostrar


"Nemo" olha para a lente da câmera

Não é à toa que o filme “Procurando o Nemo” foi um sucesso de bilheteria.


Cores impressionantes durante mergulho na Papua Nova Guiné


Peixe-palhaço vermelho escuro

O que vocês estão esperando para colocarem suas nadadeiras e achar o Nemo?


Nenhuma galeria de fotos de "Nemos" é completa sem a "Doli", que estava em Praslin, nas Ilhas Seychelles

Bons mergulhos é o que deseja o Casal Tsunami!

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Por Casal Tsunami no dia 20/03/2008 às 11h17

Los Roques: Uma Grata Surpresa no Caribe Venezuelano

Um Caribe aconchegante e de casinhas coloridas que nos faz lembrar Trancoso. Nada de carros, pousadas muito charmosas e tratamento de reis e rainhas... Los Roques é tudo isso e muito mais!


Chegada em Los Roques


Corais intocados e vida marinha

E o melhor: a apenas 30 minutos de Caracas, você já dá boas risadas ao ver suas malas serem carregadas até as pousadas em carrinhos de mão lembrando Morro de São Paulo.

As pousadas normalmente têm todas as refeições inclusas. Nós tivemos muita sorte, pois ficamos na Cigalla, que tinha a jovem chef Vitória que cozinhava muito bem, assim como o gentil gerente Yves.

Nossa viagem foi organizada pela eficiente operadora brasileira Vectra. Fizemos belos mergulhos com a operadora de mergulho Arrecifes, comandada pela organizadíssima instrutora Cristina. Tivemos a companhia de um animado grupo de brasileiros.


Belo e colorido budião entre corais

Fomos bem mimados, uma vez que nem o equipamento era montado por nós. Almoçávamos em lindos bancos de areia aguardando o segundo mergulho do dia.


Grande moréia verde


Lindo budião azul gigante (midnight parrot fish)

O melhor mergulho foi em La Guasa, com oportunidade de ver cardumes de peixes grandes, enormes moréias e lindos e grandes budiões coloridos (midnight parrots). Maravilhoso! Não podemos deixar de falar dos corais extremamente saudáveis, uma verdadeira floresta submarina.

Após os mergulhos éramos deixados em lindas praias como Madriski, Franciski e Kraski, de areias branquinhas e águas transparentes e o ainda podíamos combinar com nossa pousada o horário de nos buscar.


A nossa praia preferida: Madriki e Gran Roque ao fundo

Cada pousada tem o seu barco e ao chegarmos nessas praias já tínhamos nossas cadeiras e guarda-sóis esperando após os mergulhos.


Impossível não se apaixonar por esses lindos e divertidos pelicanos

Nunca vimos tantos pelicanos de tantas espécies em nossas vidas, que, com os seus jeitos engraçados, nos roubavam muitos sorrisos.


Nós e um belíssimo pôr-do-sol


Pelicanos e magnífico pôr-do-sol

Sem falar no pôr-do-sol lindíssimo e a linda coreografia dos pelicanos emoldurando aquele divino cenário!

Fizemos um passeio de um dia para a distante praia Cayo de Água com outro simpático grupo de brasileiros. Valeu a pena, uma vez que ela é paradisíaca e na volta passamos para ver tartaruguinhas em Los Mosquises e em Noronski.


Eu, Karina, em Los Mosquises com tartaruguinhas (foto esquerda) e em Cayo de Água

Que Carnaval incrível e o melhor, com gostinho de quero mais...Voltaremos!

Casal Tsunami

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Por Casal Tsunami no dia 05/03/2008 às 15h27

Papua Parte Dois: O Vulcão já avisara...

No dia 27 de setembro de 2006 embarcamos no Star Dancer com destinos às águas de Kimbe Bay, Fathers Reef e as Ilhas Witu, na região oeste de New Britain, no mar de Bismarck.


Eu, Karina, e peixes enxadas


Peixe muito exótico

Fomos recebidos a bordo do Star Dancer pela chefinha e instrutora Pippa, bem como sua eficiente e gentil tripulação de papuanos, e o chef de cozinha Amatto, que era de Tonga.

Fizemos os primeiros mergulhos em Kimbe e após o segundo mergulho, quando estávamos retirando o equipamento, pensei que estava tendo uma alucinação auditiva ao ouvir alguém gritando “Whale Shark”(Tubarão Baleia). Mas não estava não! Eu e Isac caímos na água com máscara, snorkel e nadadeiras assim que a Pippa pulou!

Parece mentira, mas o baby tubarão baleia nos escolheu, pois assim que pulamos ele ficou embaixo de nós dois e voamos em cima dele.

Com a barriga praticamente no dorso, encolhíamos nossas barrigas para não tocá-lo e juntávamos as nossas mãos rezando por aquele eterno momento de magia, que foi quebrado por um dos mergulhadores do barco que tocou no seu rabo, o afastando de nós.

A Pippa assistia com indignação lá embaixo da água àquela atitude tão imatura! Mas o nosso momento magia foi precioso e inesquecível, nada mau para um primeiro dia de viagem...

Tivemos encontros com outros tipos de tubarões que algumas vezes foram atraídos porque os guias de mergulhos sacudiam uma caixa de plástico contendo iscas e assim começava o frenesi.


Tubarões atraídos pela comida na caixa


Que cara de mau!

Vimos alguns grandes cardumes de barracudas, enxadas, jacks e outros. Eu me derretia quando, com a ajuda dos olhos de um critter hunter, o papuano Martin, encontrava nossos pequenos exóticos!


Cardume de barracudas

Enfrentamos algumas correntes marinhas para chegar até o ponto de mergulho, descendo então por uma infinita corda até o local. O Martin muitas vezes nos ajudou, uma vez que ele percebeu que nós não gostávamos muito dessas correntes.


Polvo alegórico (esquerda) e um blue ribon eel, a cobrinha azul

Obrigada pelos ghost pipefishes, mandarins, cavalinhos pigmeus e principalmente pelos novos nudibrânquios que conhecemos... Jamais esqueceremos daquela blue ribon eel (cobrinha), que saiu completamente da sua toca e fez um espetáculo à parte, serpenteando como uma linda fita azul e amarela, num balé raramente visto pelos mergulhadores por conta de sua timidez!


O que dizem meus olhos?


Dois delicados ghost pipefish (foto esquerda) e cavalinho pigmeu em sua gorgônia

E o casal de polvos acasalando! Alguns nudibrânquios aos pares também acasalando, outros colocando seus ovos, em forma de fita branca rendada enroladinha! Sem falar nos ovinhos e olhinhos dos peixinhos palhaços.


Fita amarela: ovos de nudibrânquios (foto esquerda) e outro exuberante nudibrânquio


Dois nudibrânquios: um com "black tie" (esquerda) e outro à brasileira


Nudibrânquios quase acasalando

À medida que navegávamos nos deparávamos com ilhas de vegetações exuberantes e conseguia entender porque a Papua apenas perde para a Amazônia em relação à imensidão verde das florestas. Muitos locais, principalmente mulheres e crianças, se aproximavam com suas típicas e frágeis embarcações de madeiras, para realizar a kula (sistema de trocas de frutas e verduras por bolachas, grãos e sabão).


Típica embarcação para kula

Nós, mergulhadores, presenteávamos as crianças com balões, lápis de cores e outras lembrancinhas, pois eles são muito pobres.

Tivemos o privilégio de conhecer uma ilha de Witu, chamada Garovi. Fomos de barco com a Pippa. Foi uma experiência gratificante ver os meninos orgulhosos mostrando sua escola e, ao longo do caminho, fomos distribuindo mimos. Isac dava lápis, balas e balões. Filmava tudo e depois mostrava para eles. Eles gostavam muito de ver as fotos digitais e o filme em seguida.

Coloquei fivelas de cabelo nas menininhas e elas curtiram, apesar de achar muito diferente. Vimos porcos do mato, casas e embarcações diferentes, mas acima de tudo um povo muito afetivo e educado. Despedimo-nos e voltamos para o barco. Hora de mergulhar novamente! Fazíamos uma média de quatro mergulhos por dia e alguns mergulhos noturnos.

A língua mais falada nas ilhas é o pidgin, enquanto na costa é o mo tu. Entretanto 800 dialetos são falados naquele país, apesar do inglês ser ensinado nas escolas da Papua e grande parte da população falar.

Foram 10 dias a bordo daquele barco-hotel com uma tripulação atenciosa e bacana. Não faltaram cenários marinhos e terrestres diversos, incluindo o vulcão Ullawen em Fathers, que apelidei de fumanchu (nome de um peixinho daquela região, que lembrava a palavra fumaça, que saia da sua cratera).


Eu, Martin e mais dois tripulantes do barco

No entanto, não houve a mesma magia impactante da primeira Papua e apenas um único dia de muck diving. Os mergulhadores não tinham um astral legal e isto faz muita diferença. Sinto que não precisávamos sair de Kimbe Bay e navegar tanto para vermos o que vimos...

Lembraremos com carinho da nossa primeira viagem à Papua e dos momentos agradáveis no resort em Kimbe Bay.

Casal Tsunami

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Por Casal Tsunami no dia 15/02/2008 às 16h24

A Volta à Papua Nova Guiné: Kimbe Bay

Quando retornamos a algum destino, foi porque ele nos marcou. Mas sempre corremos o risco da magia ser quebrada ou de nos apaixonarmos definitivamente por aquele lugar!


Peixes palhaços e sua linda anêmona fechada


Belo nudibrânquio na ilha de Restof

Estivemos em setembro de 2002 na região de Milne Bay e fomos impedidos de conhecer Kimbe Bay, por conta da fúria de um vulcão em plena atividade.

Ficamos encantados com tudo que vimos e vivemos na Papua e retornamos em setembro de 2006.

Fizemos a rota via Austrália (4h até Santiago,13 h até Auckland, 4h até Sydney, 3h até Cairns, 1h e meia até Port Moresby e mais 1h e meia até Hoskins), parando na charmosa Cairns (ponto de partida para a Grande Barreira de Corais) e usufruindo de um agradável dia com aquele povo tão gentil. Pernoitamos no maravilhoso Outrigger Hotel, localizado no burburinho da cidade.

Voamos para Port Moresby, a capital da Papua, e logo em seguida embarcamos para Hoskins. O papuano Fred já aguardava para nos conduzir para o nosso hotel: o Walindi Plantation Resort.

Um ônibus só para nós dois e um caminho que nos fazia sentir viajantes: mulheres com vestidos e bolsas muito coloridos e alças penduradas em suas cabeças; casas de madeiras e palhas como palafitas e pessoas batendo papo; porcos do mato que valem quatrocentas kinas se forem atropelados; vulcões adormecidos; e lindas palmeiras de onde se extrai o palm oil, importante combustível local, entremeadas com outras plantações que muito me lembraram o nordeste.

Após 40 minutos, chegamos ao nosso charmoso hotel cercado de uma vegetação exuberante com bangalôs típicos debruçados para a baia de Kimbe. Fomos calorosamente recepcionados pela japonesinha Keiko, nossa guia de mergulho dos próximos dois dias.


Eu, Karina, no nosso bangalô


Confraternização de mergulhadores no Resort

Os donos do hotel estão por lá instalados há mais de 40 anos e são sócios dos barcos de mergulho Star Dancer e Febrina. Ambos partiam para seus destinos a partir do hotel.

Hora de molhar a roupa de neoprene! Mas que roupa? Apesar de cuidadosamente separada numa caixa colocada na varanda do bangalô, havia sido esquecida pela operadora de mergulho... Ainda bem que tínhamos roupas de lycra!


Eu, Karina, na ilha de Restof

A super Keiko compensou nos apresentando toda a população subaquática, dos pequenos aos grandes, mas percebi logo que ela era das nossas, uma outra critter hunter. Com muita vibração ela escrevia na sua pranchetinha os nomes dos pequenininhos que moravam nos famosos pontos de mergulho South Ema e Susans.

No segundo mergulho vimos de saída aos 21 metros um lindo cavalinho pigmeu cor-de-rosa clarinho nos dando as boas vindas.

Almoçamos no barco na linda praia de Restorf com a companhia de diferentes pássaros e de águias.

O segundo dia de mergulho foi bom, mas o barco estava mais cheio e não era muito confortável. Os melhores pontos de mergulho ficam cerca de 40 minutos do hotel e o Max bem que podia ter barcos de mergulhos melhores para o seu hotel.


Exótico pepino do mar


Um imponente tubarão


Colorido nudibrânquio e tunicados

Essa primeira parte da viagem valeu, mas a segunda...Contaremos no próximo texto!


Uma curiosa maria da toca

Casal tsunami

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Por Casal Tsunami no dia 24/01/2008 às 18h07

San Andres: Um Mar de Sete Cores no Caribe Colombiano

Esse pedacinho de Caribe não guarda apenas tesouros de piratas, heranças jamaicanas, mas também muito entretenimento e uma cor de água inesquecível, composta por diversos tons de azul.


Eu, Karina, e grande cardume de sardinhas

Essas águas mornas e convidativas nos proporcionaram belos mergulhos com uma fantástica visibilidade.


Peixe-porco


Hamlet mascarado


Frade real

Alugamos uma “mulita” (carrinho de golf) e demos um giro na ilha, apreciando suas praias de areias branquíssimas, casinhas coloridas de madeira e carros enormes e antigos. Encontramos um povo muito alegre, nos fazendo lembrar da Jamaica.


Karina e a "mulita", giro na ilha


Naufrágio do barco de Onássis em águas cristalinas, facilmente alcançado


Águas cristalinas de uma das belas praias

É um Caribe com vários atrativos aquáticos. Você pode descer com um capacete de  mergulho chamado aquanauta na “piscinita”, com sua multidão de peixes, bem como embarcar num submarino ou fazer um relaxante snorkel no El Acuario ou em Johnny Cay.


Aquanautas na "piscinita" cercados de peixes

Saboreamos com prazer a culinária local com seus pescados, e, em especial, fruta-pão em lascas feitas na hora com um molhinho de pimenta. Deliciosos!!!


Eu, Isac, deliciando fruta-pão em lascas

Uma rica diversidade de corais, peixes endêmicos e muito mais foi o que vimos nos mergulhos desse mar pintado a mão.


Não é piscina!


Tartaruga marinha


Um lindo peixe-tambor

Nossa despedida foi na linda ilhota de Jonhny Cay, pois sempre a observava da nossa varanda do quarto. Fomos sozinhos com o barqueiro no início da manhã lavar os olhos e a alma com esse belíssimo cenário, que logo mais estaria cheia de turistas embalados pelo reggae e impregnados da sensação de paraíso, mas naquele momento ela era só nossa!

Grata surpresa...

Casal Tsunami

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Por Casal Tsunami no dia 11/01/2008 às 14h54

Cuide Melhor de Você...Do Seu Paciente...: Mergulhe!

Recebemos um convite da comissão organizadora do Encontro Acadêmico Médico da Universidade Uninove (COMA 2), presidida pela aluna do quarto ano de medicina, Andréa Toscanini. Ela foi, desde já, capaz de perceber que um médico pode ser melhor e mais disponível para o seu paciente se tiver qualidade de vida.

Graças à Andréa podemos dividir a nossa paixão pelo mergulho com os alunos em nossa palestra que foi chamada de Happy Fish.


Nós, Karina e Isac, e fotos em quadros e slides durante apresentação


Eu, Karina, entre a aluna Andrea Toscanini e o Dr. Malebranche endocrinologista) e o Dr. Valdemir (ginecologista) durante o COMA

Tentamos deixar claro que o mergulho nos revigora, nos torna mais sensíveis e disponíveis para melhor cuidar dos nossos pacientes. Na explosão de cores do mar, dos peixes e dos corais, proporcionamos aos pacientes novos horizontes e sentimentos quando eles abrem as portas de nossos consultórios e admiram nossas alegres fotografias.


Final da apresentação e sorteio de cursos de mergulho e camisetas, gentilmente oferecidos pelas operadoras Omnimare, Dive Buddy e Diving College

Dividimos essa magia com eles, muitas vezes tirando-os dos seus mundos menos coloridos.

Após sucessivas palestras de alto nível científico, tivemos uma platéia bastante curiosa do que tínhamos para falar e mostrar. Ilustramos com dois vídeos: um da Papua Nova Guiné e outro da Indonésia, terminando com uma seleção de fotos.


Um lindo e fashion nudibrânquio


Forma juvenil do belo peixe-imperador


Tamarutaca com seus potentes olhos

Desta vez o casal tsunami fez o que mais gosta de fazer: um convite ao mergulho, principalmente para os estudantes da platéia, que em breve se tornarão futuros colegas de profissão.

O mergulho é a nossa paixão e a medicina é a nossa vida!

Casal Tsunami

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Por Casal Tsunami no dia 07/12/2007 às 10h57

A Natureza Virgem da Ilha de Providencia

Não foi fácil reservar hotel e vôo a partir do Brasil para essa remota ilha caribenha localizada ao norte de San Andrés, no caribe colombiano.

Mas...viajantes determinados e curiosos não desistem! Conseguimos arranjar tudo na maravilhosa ilha de San Andres. Em apenas 20 minutos de avião a alcançamos e tivemos momentos muito agradáveis na aconchegante e bela baía de Aguadulce.


Rica vida marinha


O instrutor Felipe preparando uma moldura para o meu rosto com as grandes bolhas


Um peixe endêmico: Hamlet

Mergulhamos com a operadora vizinha, cujo dono e principal instrutor era o Felipe, um mergulhador rasta muito legal que nos apresentou aquelas águas e a vida marinha com muito carinho.


Eu, Karina, e o instrutor nativo Felipe Cabeza

Percorremos a ilha de moto, parando e conhecendo suas belas praias. Presenciamos até uma famosa corrida de cavalos na praia de Suroeste, enquanto comíamos num típico restaurante local na beira da praia.


Término da corrida de cavalos na praia de Suroeste

Atravessamos a colorida ponte dos Namorados que une Providencia à pequena ilha de Santa Catalina. Sentimos nestas ilhas uma autenticidade caribenha única.


Eu, Karina, na bonita ponte dos Namorados


Eu, Isac, na ilha de Santa Catalina após atravessar a ponte

A língua oficial é o espanhol, mas entre os nativos é o inglês caribenho ou crioulo.

Não pudemos deixar de comer o prato mais típico da ilha: o rondon (uma cazuela de peixes e caracóis cozidos em leite de coco e acompanhados de mandioca). Estava bom, mas é muito pesado: soneca depois...


Eu, Karina, fotografando um peixe frade


Tubarão lixa

Reggae, mergulhos, praias e muito mais. É o que Providencia nos providenciou...a Colômbia tem algumas caixinhas de surpresas!


Tchau Providencia!

Casal Tsunami

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Por Casal Tsunami no dia 01/11/2007 às 10h00

Um relato sobre o tsunami

Veja uma entrevista que demos para os alunos da professora Muriel, da quarta-série, do colégio Lyceé Pasteur, sobre o que vivemos durante o tsunami de 2004.

 



Em primeiro lugar, essa foi a primeira vez que vocês passaram por um tsunami?

Karina: Sim, mas desde minha infância eu era fascinada pelos tsunamis.

Em qual parte do mundo vocês estavam no dia 26 de dezembro de 2004?

Karina: Nós tínhamos chegado na noite de Natal na ilha de Phuket, na Tailândia. Havia muita alegria, música e fogos de artifício. No dia 26 de dezembro, nós tínhamos decidido mergulhar na ilha Phi Phi longe de Phuket.


Vista de Phi Phi


Praia de Patong

A que horas do dia ocorreu o tsunami?

Karina:A primeira onda do tsunami atingiu a ilha aproximativamente às 10 horas da manhã.

A que horas vocês mergulharam?

Karina: Mergulhamos às 9h30.

A que profundidade vocês estavam nesse momento de mergulho?

Karina: Estávamos a 23 metros de profundidade.
 
Vocês sentiram alguma coisa sob a água nos momentos do tsunami?

Karina: Tive a sensação de estar no meio de um turbilhão. Havia uma corrente de água que me empurrou na direção dos rochedos. Felizmente Isac me segurou pelas pernas. Eu achei esse fenômeno muito estranho, pois tinham me assegurado que não havia nenhuma corrente nesse lugar.
 
Como se comportaram os animais marinhos?

Karina: Tinham comportamentos variáveis. Alguns peixes nadavam em todos os sentidos e outros estavam calmos e descansavam na areia do mar como um tubarão leopardo.

Poderia descrever esse tsunami?

Karina: Ele foi provocado por um choque de duas placas tectônicas que se deslocaram de 10 metros. A velocidade da onda foi de 800 km por hora. Houveram três ondas sucessivas: a primeira media 10 metros de altura e a última aproximava os 5 metros. Em alto mar a gente não sente o tsunami; ele vira destrutivo quando atinge as costas das ilhas e dos continentes.



Quando vocês entenderam que tinham escapado de um tsunami?

Karina: Quando voltamos, nós cruzamos um barco em que estavam dois homens tailandeses que pareciam desesperados. Um deles disse que tinha perdido sete turistas estrangeiros levados pelo mar. Então a gente percebeu por toda parte muitos pedaços de madeira flutuando na superfície. Eu disse às pessoas que estavam comigo que eu achava que tinha havido um tsunami. As pessoas da região riram e afirmaram que não havia tsunamis desde 1943. Então recebemos por radio a ordem de não voltar diretamente para Phi Phi pois estavam esperando novas ondas e o cais tinha sido destruído. Finalmente, conseguimos ancorar na praia e nadamos na água lamacenta cheia de dejetos, restos de madeira. Nós não tínhamos mais dúvidas: era mesmo um tsunami.

Vocês poderiam descrever Phi Phi após o tsunami?

Karina: Havia muitos peixes mortos, o bar do hotel estava destruído e um barco tinha adentrado o hotel. Nosso bangalô tinha resistido ao tsunami porque estava suspenso em uma palafita.  Os estragos materiais foram muito grandes, mas insignificantes comparados às perdas humanas que foram tão numerosas. Caminhões circulavam transportando corpos envoltos em lençóis brancos. Eu vi um homem jovem que carregava nos braços sua criança morta. E aquilo me emocionou muito.
 
Como médicos, vocês ajudaram os feridos?

Karina: Sim, com certeza ... Isac organizou os socorros dentro do hotel e eu o ajudei. Os machucados eram superficiais: aranhões, cortes, rasgões, etc. Nós escutamos histórias trágicas de crianças, de pais, de amigos mortos pelo tsunami. Nós nos lembramos da história de um casal de alemães de certa idade que se salvaram graças à força do marido. Ele tinha subido num coqueiro com um braço e no outro ele segurava sua mulher. Um casal de amigos que os acompanhavam havia morrido.

Vocês tem uma história particular para nos contar?

Karina: Sim! Quando chegamos a Pukhet tínhamos encontrado um jovem casal brasileiro. Falando com eles, a gente soube que eles não sabiam muito bem o que fazer no dia 26. A gente propôs de fazer um mergulho. Felizmente eles seguiram nossa idéia e salvaram suas vidas. O quarto do casal tinha sido destruído e eles perderam todos os documentos. Mas isso era só um detalhe sem importância. Então somos muito felizes de saber que, graças a nossos conselhos, salvamos duas vidas humanas.
 
Que lição de vida vocês guardaram para sempre?

Karina e Isac: A gente entendeu que a nossa missão sobre a terra não tinha terminado. A vida é um presente precioso. Temos de aproveitar cada momento e fazer o bem ao nosso redor.

Casal Tsunami

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Por Casal Tsunami no dia 19/10/2007 às 08h43

Alimentando Tubarões Num Aquário em Curaçao

Está pensando em conhecer uma bela e alegre região caribenha e quer ter sua primeira experiência subaquática alimentando tubarões, arraias e tartarugas? Então esse lugar chama-se Curaçao, que fica muito próximo à Venezuela e teve colonização holandesa.

Uma dica para mergulhadores e não mergulhadores é entrar na água com esses animais marinhos, num maravilhoso aquário construído em mar aberto que tem uma contínua troca de água marinha permitindo um ambiente marinho saudável.

 
Prontos para alimentarmos as arraias

Estivemos três vezes em Curaçao e tivemos essa rica experiência no nosso início de vida de mergulhadores, há 13 anos atrás. Recomendamos aos amigos e soubemos das novas aquisições do aquário: mergulhar ou fazer snorkel ou simplesmente nadar com golfinhos e leões marinhos.

As crianças se divertem a valer e saem verdadeiros biólogos marinhos...

Se você nunca mergulhou, pode fazer um curso de 30 minutos aprovado pela certificadora internacional PADI. Depois, poderá fazer um excitante mergulho de 45 minutos, fotografando e gravando esses momentos de magia marinha. Você desce com uma latinha com peixinhos frescos e já é recepcionado pelas famintas arraias e lindos peixes tropicais.




Alimentando tartarugas a 6 metros de profundidade

Ah, suas fotos ficarão mais reais pela presença de um pequeno barco naufragado compondo o cenário. Em seguida, bata suas nadadeiras em direção ao aquário dos tubarões e das tartarugas e você poderá alimentá-los através de pequenos orifícios no vidro. Há tubarões cinza de arrecife e os lixa.


Eu, Isac, e um faminto tubarão-lixa aguardando sua isca

 
Eu, Karina, alimentando o tubarão através do orifício no vidro

Esse é o único lugar do mundo onde você poderá alimentar com suas próprias mãos tubarões, tartarugas, arraias e peixes tropicais num único mergulho.

O que você está esperando para conhecer e usufruir a terra do divertido papiamento (mistura de línguas: holandês,português,inglês,espanhol e um toque local)?

Casal Tsunami

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Por Casal Tsunami no dia 05/10/2007 às 09h53

Um Olhar Diferente: Viaje nesse Olhar...


Um peixe "puffer" parado num coral mole

Não falo, meus olhos falam por mim... expressam meiguice, timidez e que estou muito desconfiado de você que está olhando para mim!

Não sei por que está me fotografando, nem sou tão bonito assim, ou sou? Quem sabe eu te lembre um outro bichinho ou então gostou do meu leito de pétalas de flores?

Gostaria que você conhecesse mais o meu mundo azul e silencioso e que ele te trouxesse muita paz e magia para você viver melhor o teu mundo aí fora... mas, confesso que tenho um pouco de medo que você prejudique o meu mundo e os meus companheiros não gostem.


Sua majestade, o peixe-leão


Sou curiosa e meiga, sou uma sépia

Tenho escutado falar numas palavras esquisitas como aquecimento global, tsunamis e outras... por acaso vocês têm alguma participação nisso?

Sou expressivo e quando fico furioso inflo de raiva! Pareço pintado à mão como muitos aqui. Que pena que vocês não estão aqui para ver como esse coral se movimenta, abrindo e fechando suas pétalas num lindo balé!


Não sou belo e diferente? Sou um lindo nudibrânquio


Já eu, sou elegante e delicado

Se você for do bem, pode vir conhecer o lugar onde moro e tenho certeza que você terá um olhar diferente do seu mundo. Bem-vindo!


Achando o Nemo

Casal Tsunami

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Por Casal Tsunami no dia 24/09/2007 às 17h34

“Deixa a Vida Me Levar”...vinte anos se passaram

Reencontrar minha turma de faculdade vinte anos após foi uma VIAGEM! Não só no tempo ,mas principalmente no coração...


União e alegria


Momento alegria

Um borbulhar de sentimentos e de ansiedade nos tomou na expectativa dessa comemoração. Eu, Karina, e mais quarenta médicos nos encontramos em Porto de Galinhas para celebrar os nossos 20 anos de formatura.

Os flashs que mais me marcaram foram: abraços fortes e extremamente afetivos, expressiva troca de olhares, sorrisos e lágrimas de reencontros, sintonia e a permanência da criança que existe em cada um de nós.

Isac acompanhava e fotografava essa explosão de afetividade assim como os outros agregados também aplaudiam com o olhar aquele momento magia!

Brincamos, jogamos, jogamos conversa fora, dançamos muito, brindamos à vida!!!


Foto da turma antes do voley

      
Brincando como criança

Ana Lúcia e Carlito foram responsáveis pelo inesquecível evento: BRAVO! O tímido Alexandre se revelou deixando vir à tona muita emoção e a compartilhou conosco, finalizando seu discurso cantando Zeca Pagodinho.

E por falar em Zeca, um outro Zeca, este continua o grande líder espiritual da turma e um sobrevivente com um olhar diferente para o grande presente que nos foi dado: A VIDA.

Os ares marinhos desta bela praia pernambucana resgataram a alegria da menina alegria: Fátima Buarque, e sopraram saudade da ausente presente: minha grande amiga Fátima Vasco.

O tempo passou, a maturidade chegou e apesar da calvície e dos cabelos brancos, a criança interior continuará sempre conosco. Eis o nosso segredo! Não é Paulo Faltay?


Karina entre colegas de turma no baile Celebration


Nós, Karina e Isac, na noite do baile

Casal Tsunami

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